28.1.11
Belo Monte arrepia

Na noite da última quinta-feira (27), uma coalizão de organizações e grupos populares e ambientais protestaram diante de um evento em Porto Alegre que contou com a participação da presidenta Dilma Rousseff. O motivo do protesto foi o início iminente das obras de construção da hidrelétrica de Belo Monte, no Pará, após a concessão, pelo IBAMA, de uma "licença parcial" para o projeto.

Protesto denuncia
irregularidades em Belo Monte




por RG Nunes e fotos Eduardo Seidl/agência celeuma imagem

Os participantes da ação, distribuindo um panfleto contendo a nota produzida por movimentos sociais e comunidades de Altamira e da Volta Grande do Xingu, chamaram a atenção para o impacto sócio-ambiental, bem como as diversas irregularidades e aspectos questionáveis que cercam o projeto.


A obra expulsará as comunidades locais, transformará radicalmente o ecossistema da região, e abrirá uma frente de destruição na Amazônia que servirá, nos próximos anos, para a construção de novas hidrelétricas, projetos de mineração e até mesmo uma fábrica de alumínio chinesa. "O argumento de que a construção é necessária para dar conta do aumento de consumo não se sustenta", os manifestantes explicavam a um grupo de pessoas que aguardava a chegada da presidenta. "A maior parte da energia produzida é destinada a mega-projetos extrativistas na própria região. Além disso, o rio não tem vazão suficiente para fornecer a energia anunciada – o que, daqui a alguns anos, será usado como desculpa para a construção de novas hidrelétricas".



Camila Moreno, do NatBr, entrega documento para a Ministra de DDHH,
Maria do Rosário
, no brete de entrada do evento.


Todo o encaminhamento do projeto tem se dado de maneira anti-democrática e ao arrepio da lei, apesar da constante mobilização contrária da população local e das frequentes manifestações do Ministério Público Federal sobre as irregularidades. O mais novo capítulo nessa historia é a concessão de uma "licença parcial", figura inexistente na legislação ambiental brasileira, que visa justamente criar uma situação de "fato consumado" para adiantar o início das obras. Além disso, as entidades da região denunciam que as "consultas à população", que o governo diz ter feito, foram marcadas por uma forte oposição das comunidades locais, que foi ignorada: "travestem nossos protestos em 'diálogo' para legitimar uma aberração engendrada para retribuir favores a financiadores de campanha", diz a nota assinada por associações de Jurunas, Araras e Tembés, entre outros.



Gerlado Magela da Trindade, Secretario-adjunto da Secretaria Nacional de Estudos e Pesquisas Político-Institucionais,
em pleno "veja-bem" com as manifestantes.


"Protestar contra Belo Monte não é 'fazer o jogo da direita', como podem dizer alguns", disse um manifestante. "Participamos ativamente da construção de um Brasil igualitário e para todos, que é o projeto que a presidenta Dilma diz representar. Mas acreditamos que isso passa por uma transformação do modelo de desenvolvimento, que não se baseie em mega-projetos de construção e extração de recursos que dão lucros astronômicos às empreiteiras e grandes empresas, enquanto destroem as condições de vida de comunidades locais e deixam para todos um imenso prejuízo ambiental."



Dilma e Tarso fizeram a curva e entraram pela lateral.


O evento de que participou a presidenta era alusivo ao Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto.


mandado publicar por aGÊNcia ceLEUma imAGEm as 08:52 am
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21.1.11
barricadas de Thibaut

 "Duas barricadas obstruem uma rua estreita. Os combatentes estão invisíveis. Esperam um ataque iminente. A barreira mais próxima do fotógrafo, construída com paralelepípedos e as rodas de uma carroagem, parece atravessada por uma lança que poderia ser uma haste de bandeira (vermelha?). A rua está vazia. Quase se escuta o silêncio da espera.
 A mesma barricada no dia seguinte: o cenário após a batalha. A rua fervilha de gente: militares, tropas de choque, ambulantes. Passeiam entre as barricadas, esburacadas, mas ainda inteiras. Os insurgente estão ausentes: mortos, fugidos, presos? O que é certo é que foram vencidos.
 Momento mágico, luz inesquecível que escapa do desenrolar casual das sucessões ordinárias, a revolução é assunto de imagem, mais que de conceito. Sobrevive e propaga-se pela imagem e, desde o fim do século XIX, (também) pela imagem fotográfica."


"Este daguerreótipo, tirado de uma janela em 26 de junho de 1848 por um certo Thibaut, sobre o qual não se sabe muita coisa, está entre os primeiros registros fotográficos de uma revolução." Rua Saint-Maur, Paris, Revolução Francesa.

 "É claro que as fotografias não podem substituir a historiografia, mas elas captam o que nenhum texto escrito pode transmitir: certos rostos, certos gestos, certas situações, certos movimentos. A fotografia possibilita que se veja, de modo concreto, o que constitui o espírito único e singular de cada revolução....torna visíveis aspectos da realidade que frequentemente (ou não) escapam aos historiadores. "

 Texto, fotos e legendas tiradas do 'Revoluções', organizado por Michel Lövy, lançado no Brasil pela Boitempo Editorial. Traz a reflexão sobre o papel da fotografia na documentação da história. É um exercício ler um depoimento, imaginar o cenário e posteriormente mirar a fotografia, como uma comparação de riqueza de detalhes.

 O mesmo exercício pode ser feito quando no lugar de um episódio relatado. Se observa as paredes, uma árvore, (de que idade?), como uma reconstrução da história através do tempo no espaço. Thibaut está aqui agora. Tomemos seu lugar e imaginemos um pouco do que se passou. O video que motivou este recorte:



                                                          ...::::robertcroma.com:::...:::agênciaceleumaimagem:::....



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14.12.10
LabiriNtOs

Um moderno samurai negro contratado para matar um poderoso político. Silencioso e discreto ele aguarda, cada vez em um  diferente café, onde sempre pede dois espressos em xícaras separadas e recebe instruções cifradas dentro de caixas de fósforos entregues por diferentes interlocutores.

JaRmusCh abRe pORtas em espeLhOs


'Ao descer rios impassíveis não me senti guiado por rebocadores' citação de arthur rimbaud no início do filme dá a deixa


jarmusch volta a dialogar com sua grande obra conceitual, cruzando versões dos personagens de alguns de seus filmes. quem tem a percepção do conjunto, quem viu todos eles (ghost dog, dead man, coffe & cigarettes...principalmente, não necessariamente nessa ordem), se diverte e alucina mais com o efeito causado, que lembra algo como a compreensão não-conceitual de um koan. Isaach De Bankolé é um matador de aluguel baseado no codigo de conduta (hagakure) dos samurais. não usa arma, não usa telefone e não se entrega aos estímulos kármicos.  parece que já assistimos um filme dele assim, não? jarmusch fez um rebuscado trabalho com enquadramentos que exploram o grafismo da moderna paisagem urbana de Madri e utiliza o monocromatismo para destacar cada momento dos diferentes mundos, das dimensões por onde penetra o personagem minimalista e onírico de Bankolé. Uma  jornada de espelhos, labirintos e sucessivos retornos cada vez diferentes, cada vez iguais. Bill Murray, Gael García Bernal e John Hurt, entre outros, fazem a mesma pergunta, obtém todos, a mesma resposta e falam obstinadamente de musica, cinema, pintura, moléculas & alucinações.


   

12.12.10
Mídia 2.0

A equipe do CeL3Uma participou a convite da equipe de transição do governador eleito Tarso Genro, de entrevista coletiva organizada com cerca de  20 blogueiros no Centro de Treinamento da PROCERGS, na Zona Sul de Porto Alegre.


TARso anuncia SEcretaria de COMUnicação em coLetiva com BLogs



O encontro também foi um gesto político do governador em reconhecer o papel que esses geradores de conteúdo efetivamente conquistaram ao longo dos últimos, especialmente em romper com a hegemonia da informação controlada pelas empresas de comunicação.  Foi simbólico o anúncio de Vera Spolidoro como secretária de Comunicação e Inclusão Digital e Pedro Osório para a presidência da Fundação Piratini, que controla a tv e a rádio estatal.


Tarso respondeu, durante uma hora e meia, sobre temas como Economia Solidária, política de meio ambiente, Saúde e a criação de um Conselho de Comunicação. O governador também fez críticas as empresas de comunicação no país: "É importante para sociedade ter uma ferramenta para nortear os veículos de comunicação, não para cercear a liberdade de informação. Ao mesmo tempo que esse projeto é criticado pela grande mídia, não vejo na imprensa um movimento em defesa do criador do Wikileaks, que forneceu informação de forma gratuita a jornais e agora sofre perseguição sistemática".

Abaixo a íntegra da pergunta que a equipe do CeL3uma formulou e a resposta do governador:

CeL3Uma: Nós, nos últimos oito anos, acompanhamos as pautas dos movimentos sociais do campo e da cidade, bem como dos sindicatos e testemunhamos vários episódios de violação dos direitos humanos, desde infiltração de policiais nos movimentos sociais, ameaças a lideranças, morte de um agricultor sem-terra, a ocupação da Defesa Civil por órgãos policiais, também com denuncia de desvios de materiais, ao mesmo tempo que um dos principais responsáveis por este cenário, o coronel Paulo Roberto Mendes ser promovido a juiz do Tribunal Militar. Certamente que a política de segurança pública no Rio Grande do Sul vai mudar radicalmente com a eleição deste governo. Agora a pergunta é, esses episódios citados, serão recuperados do limbo institucional e os responsáveis efetivamente punidos?

Governador Tarso:Seguramente esses acontecimentos já foram alvo de inquéritos e inquéritos que são feitos por autoridades, no caso da Brigada Militar, interna da BM, no caso da Policia Civil, internos da Policia Civil e estão vinculados a concepção do governo atual. Nós não sabemos o resultado desses inquéritos. Vamos examiná-los quando chegar o momento oportuno. Se tivermos alguma notificação a fazer ou abrir novos procedimento, nós abriremos.

Essa questão dos aparatos de segurança do Estado é uma questão muito complexa, ela não é uma questão simples. Isto está relacionado com a cultura política desses órgãos, no caso concreto do Brasil, originárias da época do Regime Militar e o aparato de segurança do país e as políticas de segurança que se desenvolveram no país pós-Regime Militar não mudaram a visão do Estado sobre os movimentos sociais. Não mudaram também a cultura das polícias a respeito deles. Então é necessário fazer mudanças institucionais, modificação nos quadros e também processualmente, mudar essa cultura.

Nós tivemos oportunidade de tratar exaustivamente desse assunto na Policia Federal, uma polícia de elite no país, que tem quadros extremamente preparados e que tinha iniciado uma transição, por assim dizer, uma adequação da Policia Federal aos objetivos da Constituição, a partir do governo Itamar Franco. A partir dali começa uma inflexão na Policia Federal para que ela se torne mais uma policia de Estado e menos uma polícia subordinada a contingências políticas. Nós tivemos oportunidade de aprofundar e radicalizar essa mudança nesses três anos. Eu tenho certeza que hoje a Policia Federal já não é mais a mesma. Ela é muito mais uma policia de Estado que uma polícia contingetemente vinculada a direção política do Estado como houve em um momento dado.

Posso contar para vocês um episódio, numa invasão, ocupação de terra que houve aqui no Rio Grande do Sul, o deputado federal Adão Pretto foi até esse lugar, cumprir o seu mandato parlamentar e certamente dar apoio aos ocupantes, porque essa era uma visão que ele representava no Parlamento. Chegando lá, o deputado Adão Pretto foi 'gentilmente' cercado por diversos latifundários ferozes que o estavam ameaçando de morte. Não só impedindo que ele cumprisse, de maneira adequada, o seu mandato constitucional, porque certamente ele não ia lá pegar em armas, nem incitar a invasão. A invasão já estava feita. Mas também ameaçando a vida de um cidadão brasileiro. Aquele momento foi um momento culminante de toda uma política de mudanças que nós fizemos na Polícia Federal e se aprofundou como política de estado naquele governo, naquele momento, naquela gestão. Eu determinei a Policia Federal que organizasse um grupo tarefa e que fosse lá, dar proteção ao deputado Adão Pretto. Dar proteção a ele, que o retirassem do lugar e o protegesse das ameaças  que estavam sendo realizadas contra ele. E assim a Polícia Federal fez, como toda a naturalidade, cumprindo a sua função como policia de Estado. Quando a Policia Federal estava fazendo isso, não estava defendo invasão, nem estava dando sustentação a quem estava ocupando as terras, que é uma questão social, uma questão política, que os governos tem que resolver. Estava cumprindo uma função de Estado.

Então esse exemplo, é um exemplo simbólico que serve muito para a visão que eu vou desenvolver para o sistema policial aqui do Estado. A policia do rio Grande do Sul não deve ser uma policia de classe! Não é uma policia a serviço nem dos proprietários de terra, nem do MST, nem de qualquer grupo social ou grupo político, nem de qualquer movimento social. É uma policia que vai estar a serviço do Estado e da Constituição. Ao mesmo que vai proteger o direito de manifestação e de mobilização das pessoas que querem fazer suas manifestações, vai também obedecer as normas judiciais e as normas constitucionais no que se refere ao direito de propriedade. Inclusive com capacidade de mediação de conflitos. Esse é um elemento muito importante inclusive do PRONASCI para que a força do Estado não precise ser usada, seja contra quem for. Seja contra os grandes agricultores  quando ocupam o Banco do Brasil quando estão com seus impréstimos vencidos, seja contra o MST, quando ele faz uma ocupação de terra, que está no seu programa de movimento social.

Antecipação em relação aos conflitos.Capacidade de mediação. Providências para que não seja necessário o uso da violência e proteção dos direitos constitucionais, tanto de quem se movimenta socialmente, quando de quem detém legitimamente a propriedade.



foto:Eduardo Seidl/Agência CeL3uma Imagem



10.12.10
Coletiva


1° Coletiva
Governador Tarso promove coletiva com blogosfera


                                                             agência celeuma imagem

A realização de uma coletiva do governador do Estado já nasce como um marco nas relações democráticas com a imprensa. O reconhecimento de que a mídia hoje passa por um processo de oxigenação e que a informação não é um bem exclusivamente difundido e controlado por empresas privadas, tem potencial para inaugurar um novo período "de luzes" depois de 8 anos de treva e irracionalidade no poder no Rio Grande do Sul.

Integrantes do CeL3Uma estarão na coletiva, porque aprecia o diálogo democrático, sério & racional. A nós interessa saber do governador sobre os temas que cobrimos durante os últimos 8 anos de bárbarie política e total ausência de diálogo.




Nota da assessoria,

Um Rio Grande do Sul, do Brasil e conectado ao mundo é uma das propostas do governo Tarso. Nesta sexta (10), às 15h30, o governador eleito Tarso Genro será entrevistado por blogueiros gaúchos, no Centro de Treinamento da Procergs – local que onde ocorre a transição de governo.

O evento faz parte de uma série de iniciativas que retratam o caráter de um governo aberto ao diálogo. A inclusão digital e participação da sociedade no governo por meios eletrônicos constam como itens no programa de governo. Tarso promoveu ações durante a campanha voltadas à web, como o twitarso (que chegou a ser um dos assuntos mais comentados do país no dia) e reuniu-se com internautas, no almoço com tuiteiros, realizado no dia 1º de setembro. As iniciativas inspiraram outros candidatos, como Aloizio Mercadante, candidato petista ao governo de São Paulo. Há algumas semanas, o presidente Lula recebeu no Palácio do Planalto blogueiros de todo o país.

"Essas inovações trazidas pelas novas tecnologias colocam a democracia em um outro patamar, e esse grupo social que representa milhares e milhares gaúchos é a grande novidade no processo de formação de opinião e de interferência no processo político democrático aqui no Estado", enfatiza o governador eleito.

A entrevista será transmitida pelo site da transição de governo e comentada através do twitter. Do microblog serão selecionados algumas perguntas para serem respondidas por Tarso Genro.




mandado publicar por aGÊNcia ceLEUma imAGEm as 11:28 am
permita-nos saber o que pensa  

18.11.10
Câmera Gigante

O dia da criança de 2010 foi diferente para o Movimento Sem Terrinha e para as crianças moradoras do Morro Santa Tereza em Porto Alegre. As crianças do campo vieram conhecer a história das crianças da cidade. Histórias de vida diferentes? Nem tanto. Todas elas crescem inseridas num cotidiano de luta por direitos tão básicos, e ao mesmo tempo tão difíceis de se garantir. Moradia, educação, espaço de convívio comunitário, entre outros.




Mesmo tarde, original no Projeto Imagens Faladas

Entre estes tantos direitos está a memória como peça fundamental para a constituição da identidade do indivíduo e do grupo social. A memória é ferramenta indispensável para que as novas e próximas gerações, saibam dos esforços feitos hoje para o bem estar no futuro.

O Movimento Sem Terra já sofreu durante anos a experiência das interpretações e desinformações dos meios de comunicação. As histórias que preenchem os espaços noticiosos estão, quase na totalidade, unificadas numa versão contrária a que vivem.





A câmera pinhole gigante foi montada com tubos de PVC e lona plástica preta,  utilizada para levantar acampamentos do Movimento de Trabalhadores Sem Terra. A experiência fotográfica reuniu quase 500 crianças.

A intenção da educação fotográfica é fazê-los autores desta produção de narrativas em imagens. Promovendo a experiência suficiente para que saibam fazer, absorvam como prática cotidiana, mas também que sejam hábeis críticos dos trabalhos turvos que não compatibilizam com a sua própria visão.

A fotografia é fundamental neste processo histórico e comunicacional. Por transmitir a mensagem formulada pelo autor, fotógrafo, mas também carregar detalhes primários, símbolos, sinais, que possibilitam o resgate de outras lembranças, ativam o imaginário e propulsionam as conexões.

Na prática desta atividade, as centenas de Sem Terrinhas que vieram ao Morro Santa Tereza no dia da criança estavam com câmeras fotográficas compactas que circularam entre mãos e olhares distintos. Uma real e direta memória coletiva. Uma oportunidade para eles instigarem o olhar e a percepção.





Didaticamente, a câmera gigante do Morro Santa Tereza desmistificou a noção de fotografia industrial. A fotografia está fisicamente em nosso entorno. Ela está constantemente sendo construída em nossa mente, ao olhar algo que desencadeie um raciocínio. A fotografia não precisa necessariamente de um botão em um equipamento movido a pilhas.

Os vídeos aqui postados mostram um pouco do que aconteceu neste dia. No primeiro, a câmera gigante com as exclamações e interrogações previstas. Já a produção fotográfica montada no segundo vídeo, também pode ser vista com mais tempo no www.flickr.com/photos/semterrinhas.

Os agradecimentos são para todos que estiveram envolvidos e presentes na grande festa. Especialmente para a Cambada de Teatro em Ação Direta Levanta Favela, Coletivo Catarse, FestFotoPoa, lideranças e moradores das comunidades do Morro Santa Tereza. Aos fotógrafo Leonardo Melgarejo e Luiz Abreu. Ao Movimento Sem Terra. Aos participantes do Ponto de Cultura Quilombo do Sopapo.

Esta iniciativa simultaneamente se inspira e fortalece
a política de Pontos de Memória Fotográfica.


mandado publicar por aGÊNcia ceLEUma imAGEm as 02:28 pm
permita-nos saber o que pensa  

5.11.10
mantraudiovisual

clique para o ver o ...:::mantraudiovisual:::... do tempo e espaço


tempo e espaço em outro tempo..::agência celeuma imagem:::... achou aqui




mandado publicar por aGÊNcia ceLEUma imAGEm as 04:03 pm
pensou?  

23.10.10
já deu a letra....é conosco! eheh!


mandado publicar por aGÊNcia ceLEUma imAGEm as 10:50 pm
permita-nos saber o que pensa  

nadaéoquepareceser

Em uma eleição onde algozes se vitimizam, a direita reivindica sua parcela na luta contra a ditadura e nada é o que parece ser, até uma bolinha de papel, quem mais sairá perdendo é a imprensa e a TV tupiniquins.

AbaixOABaixaRiA




Nunca antes na história deste pais, emissoras e jornais pareceram tão dipostos a enterrar de vez a credibilidade e brigam com a realidade diariamente.

O último episódio, que beira o ridículo, flagra a canastrice tucana na enésima potencia.

Enquanto isso, a campanha petista, embora tenha entrado no segundo turno um tanto perdida, trava uma batalha as avessas, para manter o nível e seguir debatendo o que importa de verdade: os fatos.

Importam? Parece que sim. SBT e Istoé, nunca aliados, parecem não querer cair no mesmo buraco sem fundo e tentam minimizar danos da mentira repetida até se transformar em verdade  dos batidos JN, Veja e Folha de São Paulo.

Por isso, o primeiro e definitivo programa de Dilma, em que ela apresenta não apenas quem é, mas qual é a história do Brasil que temos orgulho de contar. Nós, os sobreviventes de verdade. E os que entendem por Brasil algo muito maior do que igrejeiros, telemarketing e panfletaria apócrifa.

A briga não é mais apenas dos candidatos.
A política é de todo mundo.
E ainda nos serve, ainda bem.



..::!!?!!?!baixaria?!?!:::...:::!?!?!?agência celeuma imagem facts!?!?!:::...



mandado publicar por aGÊNcia ceLEUma imAGEm as 08:55 pm
permita-nos saber o que pensa  

22.10.10
FLApoa_2010



Procurando ainda se acha vida inteligente em Porto Alegre
Confira programação completa A Q U i


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maS a voCê fOi dadO um scRipt muitO intEREssantE.
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