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"Que o Irã e a China tentem censurar a internet é imoral, mas compreensível. Trata-se de dois regimes autoritários – cada um a seu modelo -, com longo histórico de violações dos direitos de expressão. Agora, que iniciativas como essas partam de países que se propagam baluartes da democracia, como Grã-Bretanha, Austrália e Alemanha, trata-se de hipocrisia." Trocando apenas algumas palavras, como "países" por "empresas de comunicação", podemos compreender a coisa por exemplos mais próximos. entreveros da percepção ![]() só ideia caótica Vamos mais uma vez romper o acordo de damas e cavalheiros de não falar neste assunto fétido de 'Z's... e 'H's... Mas não podíamos deixar cair no vácuo alguns tropicões destes "hipócritas fardados - seus dias estão contados". Só para constar, não lemos, não compramos e não deixamos esquecida em algum canto para que alguém encontre a edição de Zerolândia deste domingo, 28. Mas fomos avisados por telefone por um leitor que, assim como nós, remoi-se diante de injustiças. R.L., funcionário da Fábrica de Mentiras, publicou na página 20 desta edição uma crítica à censura na internet, inclusive nos casos de pedofilia - já que, segundo ele, a Polícia Federal tem meios cibernéticos de combater esse crime. Com pose democrática e liberal (?!) mas insuspeita má-informação. Deixou de lembrar as possíveis comparações que se pode fazer com o caso do seu colega fotógrafo, que com suporte jurídico da Fábrica, ou não, impediu na justiça o professor de jornalismo da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Wladimir Ungaretti, de se expressar no próprio site/blog. Regimes autoritários? Irã? China? É imoral, mas compreensível, né? ![]() sugestão de leitura para o fotógrafo, então Censor Colocamos um retalho da página 10 da mesma edição para provocar uma incógnita. O que teria a nos dizer o professor sobre o "boneco" de autoria do então censor? Ungaretti, o espaço é seu... ![]() Reparação para a liberdade de expressão do Professor Ungaretti! |
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